Este Blog é destinado ao registro e divulgação de nossas atividades e propostas.
O IPDMAQ faz parte do Sistema ABIMAQ - Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos.

terça-feira, 27 de novembro de 2012

Pesquisa Sondagem da Inovação - ABDI

Está disponível para leitura uma pesquisa realizada pela Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI) com o objetivo de acompanhar trimestralmente a evolução da inovação tecnológica na indústria brasileira.
A Sondagem entrevista a cada três meses uma amostra das empresas industriais com 500 ou mais pessoas ocupadas. A escolha das grandes empresas industriais para realizar a pesquisa foi motivada pela importância dessas firmas nos processos de inovação no setor produtivo brasileiro. 
A pesquisa levanta informações sobre o esforço e a inovação tecnológica efetivamente realizada no trimestre, e também sobre a intenção e a motivação para inovar nos próximos três meses.
Esse acompanhamento permite orientar ações na implantação do Plano Brasil Maior (brasilmaior.mdic.gov.br), inclusive a calibragem de seus instrumentos financeiros de incentivo e apoio a inovação. 
O Brasil Maior dá continuidade a duas outras recentes políticas de fortalecimento do setor industrial: a Política Industrial, Tecnológica e de Comércio Exterior (PITCE), de 2004, e a Política de Desenvolvimento Produtivo (PDP), lançada em 2008. 
Acesse no link:
http://www.abdi.com.br/Estudo/Segundo%20Trimestre%20-%20Sondagem%202012.pdf 


ABIMAQ Inova 2012 - Participe!

terça-feira, 16 de outubro de 2012

Analista do IPDMAQ debate políticas públicas na UERJ





O Analista do IPDMAQ, Rodrigo Amaral, apresentou no dia 11 de Outubro último na Universidade do Estado do Rio de Janeiro – UERJ, durante o IV Encontro Nacional da Ulepicc-Brasil – Rio de Janeiro/RJ, um estudo sobre a trajetória da Lei Rouanet no Brasil, entre 1995 e 2010. 

Com este trabalho, Rodrigo defendeu a importância de se analisar o desenvolvimento das políticas públicas no Brasil pela observação da dinâmica das suas regras ao longo do tempo.

Para ele, as políticas públicas são as verdadeiras instituições que orientam as expectativas das pessoas no seu dia a dia: "autores contemporâneos da Ciência Política conceituam que tão ou mais importante que as instituições formais, como o poder legislativo, são as políticas (de saúde, previdência, educação) que atuam sobre a preferência das pessoas, assim como as políticas industriais, de inovação, tecnológica, fiscal e macroeconômica que orientam o comportamento das empresas”.

Em sua apresentação, Rodrigo Amaral procurou demonstrar como conhecer as regras dessas políticas é importante para se compreender qual é o perfil dos grupos que elas tendem a beneficiar. Por outro lado, esta abordagem também permite aos analistas compreenderem como as pessoas e os grupos beneficiados pelas políticas atuam para preservar as regras como se encontram, reforçando a sua trajetória ao longo do tempo e criando cenários de estabilidade.


O estudo está disponível, na íntegra, em

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quarta-feira, 10 de outubro de 2012

IPDMAQ e ABDI firmam parceria para fortalecer presença do Brasil na ISO



O projeto “Fortalecimento das ações em metrologia, normalização e qualidade industrial do Setor de Máquinas e Equipamentos” enviará representantes do Comitê Brasileiro de Máquinas e Equipamentos Mecânicos, o CB-04, para defender posições do Brasil nas reuniões da ISO que acontecerão em diferentes países entre 2012 e 2013, e patrocinará a tradução de documentos técnicos.

O Instituto de Pesquisa e Desenvolvimento Tecnológico da Indústria de Máquinas e Equipamentos – IPDMAQ, braço tecnológico e de inovação do Sistema ABIMAQ – assinou convênio com a Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI), para desenvolver o projeto que visa o fortalecimento das ações em metrologia, normalização e qualidade industrial para o setor de Máquinas e Equipamentos.

Além do apoio financeiro para participação de representantes nas reuniões dos Technical Committees (TCs) da ISO, a ação consiste em financiamento para a tradução de documentos técnicos que possam ser adotados, ou servir como base para elaboração de normas próprias brasileiras.

O projeto tem a duração prevista de 24 meses, e a meta de garantir participação em nove reuniões dos TCs da ISO no Brasil e no Exterior, bem como a tradução simples e juramentada de duas mil laudas para documentos técnicos.

Anita Dedding, Secretária Executiva do IPDMAQ e Coordenadora do Projeto, acredita que as atividades planejadas poderão produzir resultados significativos para o fortalecimento da normalização. Além de intensificar a participação brasileira nas reuniões da ISO, o projeto deve incentivar a realização das reuniões dos TCs e SCs espelhos do CB-04 no Brasil, produzir subsídios para que o comitê e os grupos de estudo em atividade possam elaborar e traduzir normas técnicas e contribuir para a harmonização crescente entre as normas brasileiras e estrangeiras.



Publicado no Jornal Informaq, da ABIMAQ, edição de Out/12 p.14
Título:
IPDMAQ e ABDI firmam parceria para fortalecer presença do Brasil na ISO

Redação e Assessoria de Imprensa Vervi Comunicações



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IPDMAQ e FINEP iniciam nova parceria – NAGI


Nestes tempos em que a palavra de ordem do mercado é inovar, o IPDMAQ acaba de conquistar uma grande oportunidade para que as empresas associadas à ABIMAQ possam aprimorar a forma como hoje gerenciam a criação de novos produtos.

No dia 23 de agosto foi assinado com a Agência Brasileira de Inovação, a FINEP, o Convênio nº 01.12.0332.00 que destinará R$ 2,4 milhões durante os próximos 2 anos para a estruturação do Núcleo de Apoio à Gestão da Inovação da ABIMAQ, um espaço que deverá atender, inicialmente, 40 empresas do setor de bens de capital.

Para Celso Vicente, Vice-presidente e Coordenador do Conselho de Tecnologia da ABIMAQ, esta ação vem fortalecer o trabalho que tem sido feito há quase 3 anos: “Os resultados expressivos que foram obtidos até o momento, e o início de mais este projeto são uma evidência de que estamos na direção correta para viabilizar a inovação junto aos fabricantes de máquinas e equipamentos”.



AÇÕES CONTÍNUAS

O IPDMAQ tem realizado encontros regulares para discutir a importância de as empresas integrarem as suas áreas de engenharia, financeira e comercial na elaboração de projetos de inovação que possuam viabilidade de mercado. A criação desses novos núcleos aprofundará este conceito da integração entre áreas, e se dará a partir de um curso à distância, de um serviço de diagnóstico detalhado, e de uma consultoria direta para cada uma das empresas.

Todos esses serviços serão prestados de maneira personalizada e gratuita, graças aos recursos assegurados pelo projeto. Como esclarece João Alfredo Saraiva Delgado, Presidente do IPDMAQ e Diretor de Tecnologia da ABIMAQ: “essas tarefas já começaram a ser desenvolvidas com o Convênio que possuímos junto ao Conselho Nacional de Pesquisa Científica e Tecnológica, o CNPq.

Desde 2011 capacitamos mais de 140 empresas em workshops, sendo quase 30 dessas visitadas nas suas sedes para uma primeira discussão das suas propostas”. Essas mesmas empresas e outras interessadas poderão participar desta nova iniciativa que o Programa Gestão da Inovação na Indústria de Bens de Capital começará a oferecer, em parceria com a Universidade Federal de Santa Catarina.



POLÍTICAS DE INOVAÇÃO

No livro “Inovação: estratégias de sete países”, Glauco Arbix, atual Presidente da FINEP, propõe que as políticas públicas de inovação tenham as empresas como foco principal, e que sejam criados sistemas de apoio a elas na “fase pré-projeto”, de modo a auxiliá-las “a precisar seus diagnósticos e a formular projetos de maior qualidade”.

Para Anita Dedding, Secretária Executiva do IPDMAQ e Coordenadora do Projeto NAGI, as ações realizadas pelo IPDMAQ seguem nesta direção: “desenvolver projetos de inovação tecnológica é uma tarefa desafiadora para uma empresa que trabalha sozinha. Por isto a ABIMAQ tem procurado, através do IPDMAQ, criar condições de diálogo e cooperação entre empresas, bem como desenvolver ferramentas que as auxiliem de maneira gratuita com informações de mercado que elas não conseguem levantar isoladamente”.



Publicado no Jornal Informaq,da ABIMAQ, edição de Out/12 p.14
Título:
IPDMAQ e FINEP iniciam parceria para capacitar e assessorar empresas em inovação

Redação e Assessoria de Imprensa Vervi Comunicações



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quinta-feira, 27 de setembro de 2012

IPDMAQ ABIMAQ em revista do setor minero-siderúrgico



Foi registrada, na Revista ABM, editada por esta mesma associação  a participação do Presidente do IPDMAQ – Instituto de Pesquisa e Desenvolvimento Tecnológico da Indústria de Máquinas e Equipamentos e Diretor de Tecnologia, da ABIMAQ, João Alfredo Delgado, no 67º Congresso Internacional da ABM – Associação Brasileira de Metalurgia, Materiais e Mineração.

A matéria, foi publicada na edição 691 (de set/out 2012) da revista, nas páginas 318 e 319, com o título: Recursos e Competências, referindo-se a sua palestra: “Indústria de Bens de Capital e conteúdo local: uma visão setorial”, apresentação que integrou o Painel Tecnológico – “Inovação e conteúdo nacional - desafios e/ou oportunidades? Óleo, gás e mineração”, do Congresso.


A seguir, transcrevemos a passagem onde é citado o Presidente, do IPDMAQ:



(...)

De fato, a inovação é fundamental para obter ganhos de competitividade. Essa, por sua vez, é condição básica para a sustentação do crescimento da economia e elevação da renda nacional, diz o engenheiro mecânico João Alfredo Saraiva Delgado, presidente do Instituto de Pesquisa e Desenvolvimento tecnológico da Indústria de Máquinas e Equipamentos – IPDMAQ. Mas, as condições para que isso ocorra dependem de enfrentamento dos problemas internos que afetam a competitividade, observa Delgado.

O empresário, que também é Diretor Executivo de Tecnologia, da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos – ABIMAQ, reconhece a importância do conteúdo nacional, mas discorda dos critérios oficiais usados para calcular o custo de alguns itens que o integram. Há uma série de fatores que, seguindo ele, dificultam sua medição. Por isso, resultam em avaliações subjetivas dos rateios necessários para contabilizar, por exemplo, os custos de serviço por produto. Isso acontece principalmente, com tecnologia.

Em sua intervenção, Delgado disse também que, em tese, os governos em geral induzem o desenvolvimento, pois respondem pela maior parte do investimento em infra-estrutura. Mas, entende que o Brasil deveria observar com mais atenção as experiências estrangeiras bem sucedidas neste sentido. Citou como exemplo, o Buy American Act por meio do qual o governo norte americano estimula o desenvolvimento e a inovação a partir de encomendas do Estado.

“O Brasil precisa atuar de modo a que o Estado faça a indução a partir de encomendas para seus projetos de infra-estrutura, em todas suas compras, pois, em última instância, é demanda que induz o desenvolvimento setorial. O recurso público pertence à sociedade e é aqui que deve gerar emprego, renda e desenvolvimento e não lá fora”, afirmou.

Em sua opinião, tal estratégia não significa protecionismo, “pois não se coloca o impedimento de importação. O que se pleiteia é a encomenda de Estado como indutora de desenvolvimento, com metas claras e serem cumpridas e garantindo condições isonômicas de competição”.



Para o acesso a íntegra da matéria, acessar o site: http://www.abmbrasil.com.br







E, para ter acesso, a apresentação de João Alfredo Delgado, visite nossa página no Slideshare: http://www.slideshare.net/ipdmaq

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