Este Blog é destinado ao registro e divulgação de nossas atividades e propostas.
O IPDMAQ faz parte do Sistema ABIMAQ - Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos.

Mostrando postagens com marcador ciência. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador ciência. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 22 de agosto de 2012

IPDMAQ é apresentado na CSFEI da ABIMAQ




Registro da publicação da notícia, na revista Industrial Heating Brasil:


João Delgado, diretor do DTE / IPDMAQ, apresenta o Departamento de Tecnologia da ABIMAQ.

"Dentro do proposto pelo atual presidente da CSFEI, Sr. Mateus Salzo, de apresentar em cada reunião da câmara um departamento da ABIMAQ, foi convidado o Sr. João Alfredo Saraiva Delgado, Diretor Executivo do Departamento de Tecnologia da ABIMAQ e presidente do IPDMAQ, Instituto de Pesquisa e Desenvolvimento Tecnológico da Indústria de Máquinas e Equipamentos.

Conforme João Alfredo, seu departamento tem como principais atividades: a disseminação da cultura da inovação nas empresas, a articulação político institucional para questões de tecnologia e inovação, orientação para empresas em tecnologia, inovação e propriedade intelectual, palestras, seminários e visitas técnicas e workshops sobre disseminação e capacitação das empresas em “Gestão da Inovação”.

João Alfredo alertou os presentes sobre um projeto que visa a criar o Código Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação, que se encontra em tramitação na Câmara dos Deputados em Brasília. De iniciativa da comunidade científica brasileira, sem consulta às indústrias brasileiras, o Projeto de Lei 2177/11 tem por objetivo substituir o conjunto de leis hoje existentes sobre o assunto por um único instrumento. 

Conforme o diretor da ABIMAQ, apesar de o projeto ter como objetivo promover o avanço da Política Nacional da Ciência, o IPDMAQ está se posicionando contrariamente à iniciativa, por conta dos aspectos negativos que ela acarreta para a indústria nacional, colocando em risco o futuro de políticas recentes, que levam em conta a inovação da empresa, como, por exemplo, o Plano Brasil Maior, entre outros. 

Ele conclui dizendo que na forma que o PL 2177/11 se encontra, o setor produtivo deixa de ser visto como ator responsável pela inovação, prejudicando a já combalida competitividade da indústria nacional."  

(...)



A integra da notícia poderá ser obtida através do link:

sexta-feira, 16 de março de 2012

Código Nacional de CT&I - IPDMAQ trabalha para aprimoramento do Projeto

Para o registro de nossas atividades, transcrevemos, abaixo, matéria publicada na última edição do Jornal Informaq,da ABIMAQ (fev/11)



Com objetivo de substituir o conjunto de leis existentes por um único instrumento, chegou à Câmara dos Deputados, sem consulta às indústrias brasileiras, às entidades nacionais e aos principais agentes de inovação, o Projeto de Lei 2177/11 de iniciativa da comunidade científica brasileira, que cria o Código Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação.

Apesar de o projeto propor avanços para a Política Nacional de Ciência, por meio da modernização dos mecanismos de apoio à pesquisa existentes, o IPDMAQ, em conjunto com diversas entidades empresariais e tecnológicas, pede uma revisão da proposição que se encontra na Câmara dos Deputados, por conta dos aspectos potencialmente negativos que ela acarreta para a indústria nacional.

A literatura que trata da inovação não deixa dúvidas de que a inovação é um processo que deve ocorrer a partir da empresa. Ao contrário da invenção, que pode ser pura e sem aplicabilidade imediata, a inovação tem a ver com a criação de um novo produto direcionado ao mercado, ou com a incorporação de melhorias a um produto já existente. Na forma como o PL 2177/11 se encontra, o setor produtivo deixa de ser o ator responsável pela inovação. Além disso, diversas outras medidas prejudicam a competitividade do setor.

Por exemplo, a proposta do Código isenta impostos para a importação de máquinas, equipamentos, aparelhos, instrumentos, peças de reposição e matérias-primas e outros produtos, desde que destinados à pesquisa científica, tecnológica e de inovação. Com uma balança comercial cada vez mais desfavorável, a indústria brasileira de máquinas e equipamentos não pode compactuar com uma oferta de incentivos fiscais para fabricantes estrangeiros, que torne os seus produtos ainda mais atraentes, em comparação com os produtos brasileiros.

Outro aspecto importante do texto do PL 2177/11 é que ele retira da indústria a responsabilidade em desenvolver pesquisas de inovação, e repassa essa tarefa para as “Entidades de Ciência, Tecnologia e Inovação – ECTI”. De acordo com o artigo 2º, inciso VII do Projeto de Lei, esse tipo de entidade deve ter previsto em seu estatuto o desenvolvimento de novos produtos ou processos, e uma série de outras especificações que limitam a participação das empresas, na forma como hoje se dá.

De acordo com João Alfredo Delgado, Presidente do IPDMAQ, esses problemas identificados na redação atual do PL 2177/11 colocam em risco o futuro das políticas de fomento à inovação nas empresas: “Desde a esfera estratégica, do Plano Brasil Maior, até a esfera operacional dos programas operados pelo BNDES e pela Finep, a exclusão da indústria como agente da inovação pode resultar na perda dos recursos que vêm sendo crescentemente utilizados pelos empresários para a melhoria dos seus produtos”, analisa Delgado.

O IPDMAQ tem batalhado para que as empresas do setor de bens de capital possam ser cada vez mais inovadoras. Em consonância com o Sistema ABIMAQ do qual faz parte, com a Confederação Nacional da Indústria / CNI, as federações da indústria, e diversas outras associações e entidades tecnológicas setoriais, o IPDMAQ defende que a inovação continue a se dar por meio dos instrumentos existentes, e que dessa maneira consiga aprofundar a colaboração com as universidades e demais instituições de ciência e tecnologia / ICTs.



Publicado no Jornal Informaq,da ABIMAQ, edição de Fev/12 p.12
Título: "
IPDMAQ pede aprimoramentos no Projeto do Código Nacional de CT&I que elimina o papel da indústria no processo de inovação”
Redação e Assessoria de Imprensa Vervi Comunicações



Acesse, também, através do Link:

.

sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

Inovação é imperativo para o país - posse do novo ministro Raupp, no MCTI



A inovação tecnológica deixou de ser uma opção e passou a ser um imperativo para o desenvolvimento do país”

Foi o que afirmou o novo Ministro da Ciência, Tecnologia e Inovação, Marco Antonio Raupp, no discurso de posse, sexta-feira (24), no Palácio do Planalto, cerimônia em que o Presidente do IPDMAQ e Diretor de Tecnologia da ABIMAQJoão Alfredo Saraiva Delgado esteve presente.


Raupp afirmou, também, que pretende ampliar a infraestrutura da ciência e tecnologia, e unir universidades e institutos de pesquisa para desenvolver projetos estratégicos.

Tenho absoluta consciência da exigência sem precedentes para que a ciência, tecnologia e inovação contribuam para o desenvolvimento do país. O desafio da inovação ganhou novo patamar. Inovação não é opção, é imperativo. O futuro do país depende desse esforço criativo”, ressaltou.


O novo Ministro Marco Antonio Raupp, que estava no comando da Agência Espacial Brasileira (AEB / MCTI), substitui na pasta Aloizio Mercadante, que tomou posse como ministro da Educação. Na oportunidade, Mercadante defendeu que, além da educação, a ciência, a tecnologia e a inovação façam parte do eixo estruturante do desenvolvimento do Brasil.

O Brasil tem que olhar para uma economia verde sustentável e aprofundar ainda mais o processo de distribuição de renda e riqueza. Para isso, a participação do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação é decisiva”, disse.


Durante sua exposição, Raupp convocou governo, sociedade e empresas a somar esforços para a solução dos grandes problemas nacionais. A seu ver, o MCTI deu um passo importantíssimo nessa direção ao estabelecer a Estratégia Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação (Encti) para o período de 2012 a 2015.

Disse, ainda, contar com a colaboração da comunidade científica e dos setores empresariais para a missão de suceder Aloizio Mercadante à frente do MCTI, que qualificou como difícil e honrosa. E acenou para um trabalho em sinergia: “Vamos fazer com que a nossa educação e a nossa ciência sejam motivos de orgulho para o Brasil e para os brasileiros, e de admiração para o mundo”.

João Delgado aponta que é muito positivo, o Ministro Raupp, enfatizar a necessidade de fortalecer os institutos de pesquisa para a intermediação do conhecimento científico com o sistema produtivo. Ficando a universidade, com o papel de gestora dos grandes desafios do pensamento e da promoção e disseminação do conhecimento.


Extraído da pág do MCTI:
Foto: Ascom




MARCO ANTONIO RAUPP

Natural de Cachoeira do Sul (RS), 1938. Doutor em Matemática pela Universidade de Chicago, é livre-docente pela Universidade de São Paulo, onde foi professor associado no Instituto de Matemática e Estatística. Graduou-se em Física pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

Foi pesquisador e diretor do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe/MCTI) e do Laboratório Nacional de Computação Científica (LNCC).

Foi presidente e conselheiro da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC). É membro titular da Academia Internacional de Astronáutica (IAA) e foi membro titular do Conselho Superior da Fundação Carlos Chagas Filho de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro (Faperj). Presidiu a Agência Espacial Brasileira (AEB).

Foi membro titular do Conselho Nacional da Ciência e Tecnologia (CCT), presidente do Conselho de Administração do Centro de Gestão e Estudos Estratégicos (CGEE), membro do Conselho de Administração da Associação Brasileira de Tecnologia de Luz Síncrotron (ABTLuS), todas instituições integrantes do Sistema Nacional de Ciência e Tecnologia e Inovação.

Foi um dos mentores da criação do Parque Tecnológico de São José dos Campos organização que dirigiu entre 2006 e 2011 – onde o Ipdmaq (instituto de pesquisa do sistema Abimaq), também está presente.


Fonte:


.

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Nanotecnologia aplicada aos negócios



A ABIMAQ / IPDMAQ, estarão presentes no workshop “Nanotecnologias: da ciência ao mundo dos negócios” que ocorrerá no dia 3 de outubro de 2011, no auditório do Senai Mário Amato, em São Bernardo do Campo (SP).

Idealizado pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) e realizado pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), pela Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI) e pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai), o evento contará com a presença do ministro do MCTI, Aloizio Mercadante; do secretário de Inovação do MDIC, Nelson Fujimoto; e do presidente da ABDI, Mauro Borges Lemos.

O principal objetivo do evento é estimular uma interação real entre empresas e academia no setor de Nanotecnologia.

Estão previstas, na parte da manhã, apresentações em formato de painéis que indicarão os gargalos, as demandas e as recomendações em relação à P&D, pelos pesquisadores de cinco importantes associações brasileiras, que têm no desenvolvimento de suas atividades, alguma relação com a Nanotecnologia. São elas:

* Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq)
* Associação Brasileira da Indústria Química (Abiquim)
* Associação Brasileira da Indústria do Plástico (Abiplast)
* Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (Abit)
* Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea)


Também, participarão do workshop pesquisadores dos Institutos Nacionais de Ciência e Tecnologias (INCTs) e Redes de Cooperação com pesquisa em Nanotecnologia.


Serviço
Workshop Nanotecnologias: da ciência ao mundo dos negócios
Data: 3 de outubro de 2011
Horário: das 8h às 17h
Local: Senai Mario Amato
Endereço: Av. José Odorizzi, 1555, Assunção, São Bernardo do Campo, SP
Inscrições e informações no site: http://workshopnano.abdi.com.br


Fonte: Assessoria de Comunicação Social ABDI - http://www.abdi.com.br/Paginas/noticia_detalhe.aspx?i=1469


.

quarta-feira, 22 de junho de 2011

Prêmio FINEP de Inovação 2011



O Prêmio FINEP de Inovação foi criado para reconhecer e divulgar esforços inovadores realizados por empresas, Instituições Científicas e Tecnológicas - ICTs e inventores brasileiros, desenvolvidos no Brasil e já aplicados no País ou no exterior.

As empresas e instituições inovadoras são aquelas que desenvolvem soluções em forma de produtos, processos, metodologias e/ou serviços novos ou significativamente modificados, que estejam no mercado há pelo menos 3 (três) anos.

As inscrições devem ser feitas no período de 15 de junho de 2011 até 14 de outubro de 2011, com exceção da Categoria Especial INOVAR, cujas inscrições serão realizadas no período de 2 de setembro a 6 de outubro de 2011.

É condição para participação o preenchimento completo do formulário de inscrição disponível no endereço eletrônico do Prêmio FINEP (www.finep.gov.br/premio) para todas as categorias, com exceção da Categoria Especial INOVAR, disponível em www.finep.gov.br/premioinovar .

Informações adicionais, tais  como, Processo de Seleção, Critérios de Avaliação e Premiação, podem ser obtidas através do site da própria Finep.

Através da página, também, é possível visualizar os ganhadores das edições anteriores (desde 1998).

O IPDMAQ / ABIMAQ apóiam o Premio FINEP de Inovação 2011.


Site da FINEP – Financiadora de Estudos e Projetos:  http://www2.finep.gov.br/premio


.